Nenhuma Flor


Pessoas passam
coisas passam
e sem perseber
me passo, a passos largos me descolo do meu corpo e rumo solenimente ao infindo ceu. Corro as preças para alcansar as coisas que nunca vi, nem snhei em conseguir, para que no final de minha eterna morte possa dizer, eu vivi, simplemente.
Agora choro, por nao poder mais correr, pois a morte passa na minha frente e u nem posso tocar, nao posso sorrir, e mal posso chorar. sobrevivo como quem viv na nevoa, para um dia brilhar.

Escrito por Jukatsjukolinajukajukonha+Lou às 17h48
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erro tecnico

na verdade sao divagações incompletas do dia a dia que me fazem refletir a respeito da propria existencia. me fazem comcluir que sem ela o mundo seria mais facil. Patologicamente falando a existencia é um virus no sistema mundial. É um erro de comando, ou também muito provavel que após fumar muita maconha os neuronios do undo passam a transmtir messagens erroneas. Nós.

Escrito por Jukatsjukolinajukajukonha+Lou às 17h15
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nada alem de Tu

Vim aqui só para dizer que Te Amo. Pois ainda sim que faça tempo, ou mesmo sem tempo do teu amor nunca gozei, O amor que me traz , sendo eterno enquanto dure, ou até mesmo que dure na eternidade, Da Alegria se faz.

Em duas partes se divide. A Alegria sublime da menina que te amas.Tal alegria que a faz passear nas nuvens, andar nua só para brincar. Dar a mao ao medo, de se aliar ao faz-de-conta. Esta sendo a parte da qual meu amor fere e sangra.

A outra é a de ti. seres feliz como se foce as nuvens da qual eu passeio, a risada de minhas brincadeiras, o medo e o faz-de-conta. O amor infinito e sem igual. O amor possuido, possue em mim, um reles mortal. Sendo assim, da segunda parte eu gozo. Tu seres feliz é o que eu sempre quiz.

Mas quem sou eu, com esse amor egoista, para achar que teu sorriso viria de mim.



Escrito por Jukatsjukolinajukajukonha+Lou às 22h26
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Sul

todos os dias de uma vida perdida estao juntos ao concluir de uma jornada

Sem medo de passar de nivel o verme que rasteja sobre a superfucie da terra mudasse a procura de diversidade, sua visao mesmo meio turva continua a registrar fatos imprecionantes ao Norte da vida. A familia que nunca teve, depois de se despedir da familia que nao pertence, corre para o mato a procura de paz, o cheiro de merda que passa a voar pelo seu nariz. cansado de tanta sabedoria o verme decide relaxar.

Relaxar com patas propias,

Sorrir e ver a neve brilhar no ceu

no mato

no chao

chora por ter que ouvir mais uma vez o gemido interno do verme senhor,

para para ouvir pela primeira vez o sorriso externo da verme senhora

sabes que sua opniao como sempre de nada valhe

valhe-se pra si, pois em si se 'e feliz

Sua inteligencia o leva para o norte,

pregados no Sul, a artilharia continua a atirar.

O norte 'e uma merda, mas ao menos aprende isso

o Sul....

O sul.....

o suL

o sul esta l'a, como sempre para sempre, amado diferente, pregado esternamente, a terra a girar.

estamos juntos,

Colados a superficie de um planeta

enjoados de tantas voltas

cansados de tantas bostas.

Chorando pela descarga

 



Escrito por Jukatsjukolinajukajukonha+Lou às 18h03
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sempre

sonho s'o de brincadeira, quando chega chega

chega

chega

chega

chega e assusta, o calor da neve derretendo estre os dedos, a visao da paz correndo e caindo do ceu, como em prantos

proncurando apenas uma resposta atravez da mente, do inconsiente humano.

Sonhos que sao sonhos s'o se sao quando se chegam, verdade 'e aquele que se acredita, podesse querer esperniar, mas s'o acontece quando acontece, a paciencia 'e o caminho para a eternidade.

Neve branca branca como a pele da menina mais linda do mundo, a menina que eu deijei sozinha ai na volta, o menino que eu deijei com ela pra tomar conta! o choro do mundo me agrada, o choro do mundo me destrai! mas o mundo nao chora quando chego com vcs, o mundo 'e mundo quando com vcs me vejo...

esse texto ta horrivel Lou Monica eu amo vcs!!!!!!!!!!!!!!!!! mas eu tenhu que ir pra aula agora!

 



Escrito por Jukatsjukolinajukajukonha+Lou às 11h42
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Fille dans Etoilés, vous (si’il vous plâit) recuelli mes cervelle

 

Agente andou

Nós cheiramos

Nossa! voamos.

De manhã ela não estava mais ao meu lado, não estava mais ao alcance de minha mão...

Terror. eu temi

Eu, descalço, andei

A cabeça baixa

De manhã ela estava lá, não mas na minha cama, mas estava lá voando...

Não pude, não esperei

Cansei de ficar andando

Para cima, com ela, voei

A distância é grande, mas só a do corpo. E o corpo, o que importa (ontem comeram meus miolos a final!)

Moça aí nas estrelas?, é, você mesmo.

Queria tanto que você estivesse aqui...

E o dia, maldito, passa, passa, só...

Ah! Moça se você achar os meus miolos aí em cima vê se traz quando voltar. Apesar de tudo eu gostava deles. Se você acha eles protege eles do frio, sabe como é, né? Se eles gangrenarem mais não vai ter jeito de reverção.

Eu queria dizer uma coisa

Mas não sei dizer como

Principalmente em verso

É, ainda bem que chegou a prosa. Aí vai a coisa: sabe quando (no filme do Aladim da Disney) o Aladim, em cima do tapete mágico, estica sua mão em direção a Jasmin e fala “você confia em mim” aí ela diz que sim e eles saem voando? Então, eu queria roubar o tapete dele e ir aí te buscar.

Agente voaria

Nós cheiraríamos (êxtase muito bem pilado, por que eu não cheiro mais pó)

Nossa! O Aladim estaria fudido, pois assim ele não teria fudido a Jasmin

 

 

 



Escrito por Jukatsjukolinajukajukonha+Lou às 12h05
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Vai andorinha! coma meus miolos

 

Hoje um pássaro entrou em minha cabeça,

Não sei direito qual era a cor dele

O que importa é que na cabeça não há mais vaga:

Espaço pequeno para um pássaro verde,

Se bem que do pássaro a cor não sei,

Se fosse azul caberia mais um?

Espero que o verde não seja vago. Eu não agüentaria mais uma coisa vaga vagando pela minha cabeça. Já chega o que tenho de cinza e, pensando bem... tomara que ele coma tudo

Aí talvez eu possa colocar um outro vermelho

Será que a comida cinza vai dá para os dois?

Nem para um eu acho que tem. Ultimamente meus pensamentos andam fugindo muito. É, pensando bem, em vez de um vermelho eu acho que vou colocar um amarelo, come menos, sabe?

Não sei não ora!

Sabe o quem? Eu quem sei.

Ah! você, finalmente, já era hora.

Quero ir embora.

Vai não passarinho, faz de mim seu ninho. Eu ando tão sozinho.

Mas aqui é escuro e desarrumado. Fora isso, a comida é pouca!

Fica, por favor. Eu prometo ser mais claro, mais sincero e mais pensante.

Olha, eu como bastante, você ta avisado, depois não vem dá uma de abismado e reclamar.

Ah, antes que eu me esqueça, qual é a sua cor?

Azul. E eu quero sair daqui, pássaro azul não fica preso.

É eu sei. Prende passarinhos é maldade.Mas de todo o jeito eu não sou bom. Sabe passarinho? Eu também to preso aí. Durante toda a minha vida eu não pude sair daí.

Isso é solitário homem! Você não tem amigos?

Até tenho, mais todos eles estão presos em seus cárceres-cranianos.

Você não tem nenhum amigo livre?

Não. Por isso que eu te peguei, pra fazer companhia pra mim. Quem sabe, prendendo você aí eu tenha alguém pra me acompanhar?

Você mesmo sabe.

Sei?

Não, na verdade eu acabei de comer a parte que sabia.

Então para! Come só o que tem de triste

Só o que tem é de triste

Ah, então come tudo e pode ir embora.

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Jukatsjukolinajukajukonha+Lou às 11h40
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Lanca Perfume

O respiro do suspiro do suspeito afligia tanto o prisioneiro, que sem vergonha o matou, matou com amor, amor a faca que se estendia no peito , com amor a vida que se voa pelos aries da sociedade sem ter que seguir suas estupidas confunturas, sentiu o ardor da fonte do amor brochar, calou-se por um instante e observou o que nao podia ser visto. Desejou fundir-se com ele, o seu sexo nao suficiente para contenta-lo, correu pelo corte no peito da vitima da liberdade. Correu com vontade de sonhar, acordou sem vida pra viver. ontinuou de olhos abertos esperando a hora certa de fechalos. para que assim, o tesao da vida libertada por suas heroinas maos udesse se sentir em teu corpo. e assim gozou.



Escrito por Jukatsjukolinajukajukonha+Lou às 00h59
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Vida Real

Simplismente ali
Parada, encostada na parede
Acordada para a noite
Andando dormindo,
Vivendo nos sonhos
A realidade insana,
De olhos fechados me afundo em imagens
Meu guia me ajuda,
o andar, o passar
O Passo
o Poste.

Escrito por Jukatsjukolinajukajukonha+Lou às 00h49
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lentes de contato

sentindo a dor de ser amada sem desejo

Desejou sumir aleatoriamente

jogando-se do mundo na correria da cidade grande

caindo devagar feito pluma no mar de fogo que se abrira no ceu.

sonhou que podia voar

Acordou tentando viver



Escrito por Jukatsjukolinajukajukonha+Lou às 16h39
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Feliz da viDa

Quando os olhos sangrados de sorriso se depararam com os epelho perplexo, param de corre.

A paz da vivencia, da vida se assustou.

O choro amassado, cheios de calos, escorridos pela pressa de fuga.

o Verde se escurecendo de raiva

o odiO do coro que aconcelha velhos

novinhos a dizer sim senhor, eu te amo

A vida de um pequeno guri est'a em jogo, o xadres da vida comeca agora, nao se deve ter preca, nem ansiedade, o jogo funciona de tal maneira a te matar vivo, te viver morto, ou te encher de ar. seus ouvidos deveram sorris falzamente aos sonhos do inimigo, olharam para o infinito e gingaram para a praia, encararam o mar as ilhas, as estrelas, correra em direcao ao sol.

Queimara 



Escrito por Jukatsjukolinajukajukonha+Lou às 16h44
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Suicidio

eu me matei na procura da inocencia, a inocencia que nunca tive, que perdi ao ser parida. ao ganhar a vida perdi a sua exemcia, o que te cria e te cresce, a inocencia, a procura em vao, me martiriza, o som da voz mimada e miuda atraz da porta da cozinha, simplismente a procura de um doce, alucinacoes ap'os isso nao me deixam lembrar o resto da infancia perdida, meu amor me trouce a vida e com uma faca arrancoua de mim, me voltando a uma subvida, em um outro mundo de onde tento fuigir. num jardim de flores ardidas, me encontro boquiaberta para a vida que nao ouso me meter.



Escrito por Jukatsjukolinajukajukonha+Lou às 18h30
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A cama

Estávamos Os dois deitados sobre o lençol de cor vinho. Ela, de vez em quando, roçava sua coxa nas minhas, estava deitada e apoiava sua cabeça em meu peito. Os olhos cerrados denunciavam a sua fatiga. Era linda; os traços de seu corpo se misturavam com os do lençol verde que nos cobria. Ela olhou pra mim e disse sonolenta “boa noite”. Depois fechou os olhos ajeitou sua cabeça sobre meu peito e adormeceu. Fiquei alguns minutos pensando sobre a situação, lembrando de como a encontrei e de todo o percurso até a cama. Não conseguia dormir. Tirei sua cabeça de meu peito com suavidade, deitei-a sobre o travesseiro que antes me apoiava. Levantei e sai do quarto.
Já era bastante noite, as estrelas brilhavam longe longe... pensei que elas estavam sendo ofuscadas pelas luzes velozes da cidade, muito mais velozes do que as das estrelas, que com calma percorrem todo espaço e chegam com indolência etérea. Desviei meu olhar das estrelas e comecei a procurar a lua. Tive que andar um pouco para acha-la, mas enfim lá estava ela, minguante, preguiçosa, como que se espreguiçando entre as estrelas.
Voltei ao meu quarto, abri A gaveta e peguei partes de seu conteúdo . Olhei longamente para ela, seu rosto estava despreocupado, indefeso, como o de uma criança, dei-lhe um beijo na testa e saí. Lá fora sentei, despejei a flor mutilada sobre o fino papel, girei, apertei, balancei: um pouco pra lá um pouco pra cá, fechei. Deitei no chão, de frente para o céu, olhei-o longamente. O sono veio. Entrei no quarto, entrei na cama, entrei em mim, saí dela.



Escrito por Jukatsjukolinajukajukonha+Lou às 12h44
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Contracoes da sociedade

Forteforteforteforteforte

anda cresce e descresce,

Corre feito um furacao em erupcao,

mata como um olheiro na prisao

Morre como uma formiga

Em tua grande e frigida mao



Escrito por Jukatsjukolinajukajukonha+Lou às 16h20
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Sonho inzano de realidade que nunca passou de existencia...

Por um efeito optico, o Sol a seu oposto faz nela refletir como um espelho, em continua rotacao.
               Das vidas que vem, vao ou ficam, se constroem em pecas, e, de peca em peca se recriam, e criam assim novas delas sem novos estados fisicos. Ligadas ao distante. Atravez de mentes e (sabes que sentes) gentes. Corre atravez das mentes sem olhar e nem pedir licensa.
               Sabendo que poderia parar sem que ningu'em notasse-o, simplismente continuou a cheirar as murchas e Lilazes flores. Ali no gramado onde s'o pudera ouvir os uivos do vento ao descer pela montanha de cimento que se criara ao seu redor. O frio que cobria o seu corpo passara sem que o notasse, como os fundos e brancos olhos, petrificados de tanta sanidade obcervava, inutilmente, o grande manto branco que cobrira o ceu naquele instante.
               Memorias opostomas que lhe corriam 'a mente, como um turbilhao de imagens inexplicaveis, mas, memoraveis a todos aqui presentes. P^ode-se pegar no momento mais crucial, ao sentir o cheiro sordido de seu primeiro enigma. Ao andar por aqueles corredores frios, lembrasse como antigo filme rodando em preto e branco atrav'ez de suas veias (se 'e que ainda 'as possui).
               Apos tal ocorrido foi-se o tempo de bom colegio e roupa lavada.
               De tal casa foi morar-se junto a outras, tao pequenas e finas, mas quanto a isso era-se muito nada para compreeender.
              Passaras anos dificeis naquela ocasiao. Onde muito nada a fazer lhe cobria de pensamentos e invalidacoes que nunca deveriam ser, de certo, traspassadas a algo assim. E, quando j'a nao lembrava mais o que eras, se deu conta onde estavas.
             O Fogo assim surgiu em meus olhos, e deixou-se-me de certo insuspiravel.
             Seguindo-se anos apos sentir o cheiro da vencibilidade quando notei que a vida me haviam tirado mesmo deixando-me em um corpo sobre a terra. Na total solidao nao pude simplismente percorrer sem rodas o caminho mais curto.
             A essa altura o fogo que j'a dominava minhas veias, mordia-se para ser inacalmado. Fazer-se dono de si tomando posse do meu.
             Com o ultimo fosforo aceso, pode-o joga-lo no palheiro, como se a procura de algo nao inflamavel. Joga-se o eu contra o mundo a procura da culpa por tanto execo de realismo. Impondo o proprio veneno contra tal minha alma, adoeco. O mundo j'a contra o eu nesse momento.
            Finalmente pude achalo. O sonho de realidade se deparou com toda sanidez.
Cresceu
Viveu
Vingou
Caiu
Cresceu
Viveu
Vingou
Morreu
 
(Olhe para a lua. Ela 'e o reflexo de varios eus; presentes, ou, passados. Pode ser inpiracao para novas, ou davastacao, mesmo de velhos, por consequecia)


Escrito por Jukatsjukolinajukajukonha+Lou às 16h32
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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, BUTANTA, Mulher, de 15 a 19 anos, Portuguese, Aymara, Sexo, Tabacaria



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