Sonho inzano de realidade que nunca passou de existencia...
Por um efeito optico, o Sol a seu oposto faz nela refletir como um espelho, em continua rotacao.
Das vidas que vem, vao ou ficam, se constroem em pecas, e, de peca em peca se recriam, e criam assim novas delas sem novos estados fisicos. Ligadas ao distante. Atravez de mentes e (sabes que sentes) gentes. Corre atravez das mentes sem olhar e nem pedir licensa.
Sabendo que poderia parar sem que ningu'em notasse-o, simplismente continuou a cheirar as murchas e Lilazes flores. Ali no gramado onde s'o pudera ouvir os uivos do vento ao descer pela montanha de cimento que se criara ao seu redor. O frio que cobria o seu corpo passara sem que o notasse, como os fundos e brancos olhos, petrificados de tanta sanidade obcervava, inutilmente, o grande manto branco que cobrira o ceu naquele instante.
Memorias opostomas que lhe corriam 'a mente, como um turbilhao de imagens inexplicaveis, mas, memoraveis a todos aqui presentes. P^ode-se pegar no momento mais crucial, ao sentir o cheiro sordido de seu primeiro enigma. Ao andar por aqueles corredores frios, lembrasse como antigo filme rodando em preto e branco atrav'ez de suas veias (se 'e que ainda 'as possui).
Apos tal ocorrido foi-se o tempo de bom colegio e roupa lavada.
De tal casa foi morar-se junto a outras, tao pequenas e finas, mas quanto a isso era-se muito nada para compreeender.
Passaras anos dificeis naquela ocasiao. Onde muito nada a fazer lhe cobria de pensamentos e invalidacoes que nunca deveriam ser, de certo, traspassadas a algo assim. E, quando j'a nao lembrava mais o que eras, se deu conta onde estavas.
O Fogo assim surgiu em meus olhos, e deixou-se-me de certo insuspiravel.
Seguindo-se anos apos sentir o cheiro da vencibilidade quando notei que a vida me haviam tirado mesmo deixando-me em um corpo sobre a terra. Na total solidao nao pude simplismente percorrer sem rodas o caminho mais curto.
A essa altura o fogo que j'a dominava minhas veias, mordia-se para ser inacalmado. Fazer-se dono de si tomando posse do meu.
Com o ultimo fosforo aceso, pode-o joga-lo no palheiro, como se a procura de algo nao inflamavel. Joga-se o eu contra o mundo a procura da culpa por tanto execo de realismo. Impondo o proprio veneno contra tal minha alma, adoeco. O mundo j'a contra o eu nesse momento.
Finalmente pude achalo. O sonho de realidade se deparou com toda sanidez.
Cresceu
Viveu
Vingou
Caiu
Cresceu
Viveu
Vingou
Morreu
(Olhe para a lua. Ela 'e o reflexo de varios eus; presentes, ou, passados. Pode ser inpiracao para novas, ou davastacao, mesmo de velhos, por consequecia)
Escrito por Jukatsjukolinajukajukonha+Lou às 16h32
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